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Red Dead Remdeption


Sinopse
Red Dead Redemption é um jogo de aventura desenvolvido pela Rockstar San Diego.Lançado em 18 de maio de 2010 para as plataformas PlayStation 3 e Xbox 360. Trata-se de um faroeste ambientado no começo do século XX e que narra a história de John Marston, ex-membro de uma perigosa quadrilha. A família de Marston é refém de agentes federais e ele não dispõe de opções a não ser iniciar uma busca implacável para capturar ou eliminar o antigo companheiro Bill Williamson meio aos vastos ambientes da fronteira entre EUA e México. O jogo utiliza os mesmos aspectos de jogabilidade da aclamada série "Grand Theft Auto", também da Rockstar Games, oferecendo um amplo mundo aberto para exploração e com diversos elementos paralelos à trama principal. Red Dead Redemption também dispõe de modo multiplayer local e online. Também com sistemas de caça e de Scouting.

Informações Complementares
Gênero......................:Ação
Frequência..................:NTSC
Formato.....................:JAILBREAK
Servidor....................:FS
Partes Compactadas..........:8 partes
Tamanho dos arquivos........:1000MB
Tamanho do último arquivo...:700MB
Tamanho total...............:7.7GB
Tamanho descompactado.......:10GB
Compactação.................:.rar

 MegaUpload 

God of War - Collection


Sinopse
A boa e velha matança de Kratos brilha ainda mais no PlayStation 3.
Enviado por Ricardo Fadel em 04/12/2009 - 14:23

* Gráficos Nota 85
* Jogabilidade Nota 95
* Áudio Nota 95
* Diversão Nota 100

Os dois primeiros títulos da série God of War causaram um impacto extraordinário no mundo dos video games. O guerreiro espartano conhecido como Kratos balançou fortemente as bases do gênero ação (mais especificamente "hack 'n slash") e atraiu uma quantidade inacreditável de fãs ao redor do globo. No Brasil, o personagem é aclamado por muitos.

O primeiro jogo é simplesmente incrível. Uma jogabilidade extremamente dinâmica é combinada com uma história envolvente e recursos técnicos de ponta (para a época na qual o game foi lançado, é claro). God of War é jogado por milhares de pessoas até hoje devido à qualidade excepcional da experiência desenvolvida pela equipe da Sony.

Há quem diga, entretanto, que foi o segundo título que realmente revolucionou a indústria dos jogos virtuais. Apresentando melhorias significativas em vários quesitos, a continuação do game original conta com um enredo muito impactante e, consequentemente, trouxe — e ainda traz — ainda mais diversão para aqueles que gostaram do primeiro jogo e também para quem nunca ouviu falar em Kratos.

E aí, vai encarar? E por que tudo isso é importante? Porque a Sony decidiu trazer a experiência tradicional encontrada nos dois primeiros games da franquia também para os usuários do PlayStation 3. Com God of War Collection, os fãs de Kratos — portadores de um PS3 — não precisam correr atrás dos velhos jogos e contar com a retrocompatibilidade do PS3 com games de PS2 para encontrar muita diversão através de muita violência e ação.

Uma ideia brilhante da Sony

A proposta central de Collection é trazer o esplendor da série através de visuais em alta definição (resolução padrão: 1280 por 720, ou 720p, mas o game também roda em 1080p) e uma jogabilidade ainda mais fluida. A taxa estável de 60 quadros por segundo mostra que o terceiro PlayStation não encontra problemas em reproduzir os dois games com a aplicação de filtros de correção de bordas serrilhadas ("anti-aliasing") e cores ainda mais vibrantes.

Além disso, os dois jogos refeitos contam com o sistema de troféus da PlayStation Network (PSN). Com isso, os gamers têm a possibilidade de comparar conquistas adquiridas através do progresso nas tramas dos primeiros games de Kratos. Os troféus consistem em uma adição interessante para quem gosta de ser recompensado pelos grandes feitios durante a ação de God of War.

Todo o conteúdo presente nos dois títulos originais da franquia consta em Collection. Os famosos Challenges (desafios), toda a estrutura dos cenários e a disposição de objetos nos diferentes ambientes são quesitos que permanecem intactos. Além disso, há conteúdos adicionais relacionados ao título God of War II que podem ser acessados no menu principal de Collection, mas eles apenas indicam como acessar os extras através da XMB (XrossMediaBar) do console da Sony.

Quem está com problemas nesta cena? O fantasma espartano, portanto, irrompe de forma espetacular no PS3 e traz a nostalgia para milhões de fãs do personagem. Muitos afirmam que Collection também é uma forma de preparar os gamers para as empreitadas épicas de Kratos encontradas no título God of War III, um dos games mais bombásticos criados para o terceiro PlayStation.
 
Informações Complementares
Gênero......................:Ação
Frequência..................:NTSC
Formato.....................:DVDFull
Servidor....................:MU
Partes Compactadas..........:193 partes
Tamanho dos arquivos........:100MB
Tamanho do último arquivo...:90MB
Tamanho total...............:18GB
Tamanho descompactado.......:19GB
Compactação.................:.rar

God of War 3


Sinopse
O verdadeiro deus da guerra busca sua vingança com a execução de Zeus enquanto continua sua escalada rumo ao Monte Olimpo. É curioso constatar que Kratos busca nada menos que o assassinato de figuras "imortais" dentro da mitologia grega.

Violência? Kratos, neste game, é muito mais que violência. Banhos de sangue são abundantes neste jogo, ainda mais quando a energia do protagonista está baixa. Nessa hora, o jogador pode executar um espetacular (mas nojento) movimento de finalização. Por mais que a inteligência artificial seja extremamente desafiadora, nada vai deter o personagem.

Com o elevado poder de processamento do PlayStation 3, os desenvolvedores podem aplicar uma série de pequenos detalhes bastante atraentes. Por exemplo: após combates realmente sangrentos, Kratos fica vermelho devido às manchas do fluido e é capaz até de deixar pegadas de sangue no caminho. É claro que o efeito não é tão realista, pois, se fosse assim, Kratos iria ficar totalmente coberto de sangue a todo o momento.

Dentre as novas habilidades, consta Eyes of a God, um poder que leva Kratos a enxergar caminhos que mortais comuns não conseguem ver. Além disso, o protagonista terá a chance de utilizar as asas de Ícaro para voar em um determinado trecho do game, o que lembra muito a parte de God of War 2 na qual há a interação com Pégaso.

Informações Complementares
Gênero......................:Ação
Frequência..................:PAL
Formato.....................:Blu-RayFull
Servidor....................:MU
Partes Compactadas..........:107 partes
Tamanho dos arquivos........:381 MB
Tamanho do último arquivo...:32 MB
Tamanho total...............:3.9 GB
Tamanho descompactado.......:4.0 GB
Compactação.................:.rar

Killzone 2


Sinopse
Em meados de 2004 saiu o primeiro "Killzone", grande aposta da Sony para bater de frente com o emergente fenômeno da Microsoft que se prenunciava: "Halo". O título produzido pelo estúdio Guerrilla Games era chamado de "Halo Killer" (matador de Halo) tamanha a expectativa e confiança - sentimentos fadados a uma amarga decepção.

Ainda que seja um jogo de proporções grandiosas para o PlayStation 2, dotado de requintes pouco vistos à época, como animações elaboradas e interatividade com o cenário, problemas cruciais nos controles e falhas horríveis nos gráficos comprometeram demais a experiência, relegando o nome "Killzone" ao cesto de promessas não cumpridas.

Apenas um ano depois nova investida: um fantástico e assombroso trailer de "Killzone 2" rodando no que supostamente seria um PlayStation 3. Nada de CGs, filmes feitos em computador, mas sim o próprio videogame rodando o jogo em tempo real. Revelou-se mais uma farsa criada pela Sony para gerar expectativa sobre o título. E conseguiu. Nos últimos quatro anos falar de "Killzone 2" é lembrar do tal trailer e questionar se a produção realmente entregaria um visual e experiência tão eletrizantes quanto prometidos.

Após toda essa espera, levemente atenuada pelo competente, mas simplório, "Killzone: Liberation" para PSP, chega a hora de botar as palavras da Sony sob prova - e comprovar que desta vez a empresa falou sério.

A guerra aperfeiçoada

"Killzone 2" é o "Gears of War" do PlayStation 3. Uma experiência de guerra brutal, intensa, frenética e marcante. O enredo dá continuidade direta às histórias dos títulos anteriores. A principal diferença fica para o fato que desta vez saímos do planeta Vekta, palco dos primeiros dois episódios e lar da Interplanetary Strategic Alliance, exército do qual o protagonista faz parte.

A batalha agora acontece em Helghan, residência dos Helghast, o exército inimigo no qual os soldados usam a característica máscara de olhos vermelhos e brilhantes.

Helghast querem a supremacia
Cheio de clichês, mas vibrante e envolvente, o roteiro de "Killzone 2" dá o tom para a experiência: basicamente uma compilação aprimorada de elementos vistos nos principais games de tiro dos últimos tempos. Gears of War é a inspiração mais clara, só que momentos de "Call of Duty 4: Modern Warfare" e "Halo" ressoam a todo momento. Você faz parte de um esquadrão de quatro soldados canastrões - alguns veteranos dos Killzone anteriores - que falam palavrões o tempo todo, são sujos e curtem uma boa briga. Nada de idealismo heróico, assim como a turma do Marcus Fenix.

O próprio caminho traçado remete a outras tantas aventuras: você começa no olho do furacão, na frente de batalha. Progride, é obrigado a fazer um desvio, invade fortalezas subterrâneas, retoma a rota principal e eventualmente se defronta com o principal general ou similar do grande líder do exército inimigo. Previsível sim, empolgante também.

Toda essa emoção é mérito do magnífico trabalho realizado pela Guerrilla. Os gráficos são absolutamente sensacionais, destacando-se com folga dentre os melhores do PlayStation 3. Todavia, o mérito maior não está tanto na tecnologia, na quantidade de polígonos em ação, efeitos ligados e filtros presentes. De fato, não raro se encontram texturas pixeladas e borradas, polígonos que se quebram e falhas similares. O grande trunfo reside na ambientação criada com todo esse arsenal técnico. O clima de guerra é eminente, a todo momento se ouvem tiros, explosões, edifícios em ruínas e uma densa névoa de poeira inunda os cenários, quase como um lembrete da destruição que o rodeia.

A interação com cenários é meticulosa. Nem todos os objetos que se vê são interativo. Contudo, tais elementos abundam em momentos decisivos, no calor da batalha. Quase tudo usado por cobertura pelos soldados fica marcado de balas, quebra de alguma maneira e às vezes até se desfaz. Os elementos convergem para a grande proposta de "Killzone 2": criar uma experiência cinematográfica interativa.

A grandiosidade de ambientes é digna de produções de Hollywood, assim como a quantidade de explosões, balas, granadas e soldados que voam pelos cenários - não é por menos que os próprios produtores chamam o estilo visual de "Hollywood Realism (em português, "Realismo de Hollywood").

A trilha não deixa por menos. Suntuosa e poderosa, inclui quase meia hora de faixas orquestradas, executadas pela Orquestra Sinfônica de Londres. Em meio a tanto esmero, a dublagem não teria como ser diferente: segue o padrão dos episódios anteriores, e do próprio estilo de jogo, sendo ótima e convincente - ainda que povoada demais por palavrões e xingamentos.

Por conta disso a ação não para. Diferente de "Gears of War", que apresenta equilíbrio entre as sequências de tiroteio e partes mais calmas, apenas atravessando cenários e conversando com os colegas de equipe, "Killzone 2" segue o tempo inteiro em alta velocidade. Os intervalos entre uma área e outra de batalha intensa servem basicamente para recarregar sua arma e abastecer de munição ou trocar de armamento em depósitos bélicos convenientemente localizados.

Controle de qualidade

Quatro minutos de ação
Nos controles "Killzone 2" não complica e mantém a premissa de unir conceitos de sucesso dos concorrentes. Ele não inova, mas refina, por assim dizer. Por exemplo, o consagrado sistema de cobertura se faz presente de maneira muito similar - troca-se basicamente a perspectiva, que em "Killzone 2" é em primeira pessoa.

A configuração de botões remete a Halo, privilegiando o fácil acesso a ataques físicos (pouco usados, mas eficientes) e granadas (sempre úteis). Os armamentos adquiridos na epopéia em Helghan não são de todo impressionantes, optando por um design sóbrio e brutal a maluquices que tanto tem aparecido, ainda mais em títulos de ficção científica e temática espacial. Metralhadoras e pistolas aparecem em grande variedade, tal qual outros equipamentos já conhecidos: shotgun, rifle de franco-atirador, lança-foguetes. Sobram os experimentos para uma arma elétrica de munição infinita, outra que dispara balaços de imensa energia e algumas outras surpresinhas.

Uma das grandes proezas memoráveis de "Killzone 2" é conseguir usar o sensor de movimento dos controles do PS3 de maneira útil e agradável. São elementos sutis: gire para controlar manivelas, instalar bombas ou maneje para os lados a fim de acertar a precisão da mira do rifle de franco-atirador. Nada revolucionário, mas tipo de detalhe que valoriza o conjunto da obra.

As opções de partida online para vários jogadores garantem imensa sobrevida mesmo após o fim da campanha principal - relativamente extensa, exigindo cerca de 10 horas para ser finalizada por alguém com experiência no gênero. O sistema busca inspiração em "Call of Duty 4" e "Team Fortress 2", privilegiando trabalho em equipe assim como evolução de personagens, o que confere habilidades extras.

Quatro minutos de ação
Engendrando isso tudo, um sistema estável que permite até 32 jogadores se enfrentando simultaneamente e elaborados sistemas de clãs e torneios. Promissores, mas ainda com muito a provar. De qualquer forma, tem potencial para desbancar até o colega Resistance (seja o primeiro ou segundo jogo) na preferência dos multiplayer online - ficando parelho com Call of Duty 4.

Ainda no aspecto online, Killzone 2 registra dezenas de estatísticas suas, que podem ser enviadas à comunidade oficial do game na rede PSN e depois comparadas com amigos e outros jogadores.
CONSIDERAÇÕES
Grandioso, intenso, lindo e envolvente. "Killzone 2" é um jogo que marca época pelo grau de refino e polimento que apresenta. Faz jus ao trailer de 2005? Talvez não plenamente, o que não quer dizer que seja ruim. Em uma geração de consoles povoada por tantos games de tiro em primeira pessoa, "Killzone 2" alcança lugar entre os melhores não por inovar ou revolucionar, mas executar com alto nível de excelência conceitos consagrados e divertidos. 
 
Informações Complementares
Gênero......................:Ação
Frequência..................:NTSC
Formato.....................:HDD
Servidor....................:MU
Partes Compactadas..........:7 partes
Tamanho dos arquivos........:953,67 MB
Tamanho do último arquivo...:874 MB
Tamanho total...............:12 GB
Tamanho descompactado.......:12 GB
Compactação.................:.rar